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  Projeto educativo da 29ª Bienal de São Paulo

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A ação educativa ao longo das Bienais de São Paulo

Pioneira no desenvolvimento de ações educativas voltadas à arte contemporânea no país, a Bienal de São Paulo possui um papel fundamental na formação de público, bem como de profissionais ligados às artes visuais. Não são poucos os artistas, críticos, curadores, educadores e estudiosos que passaram pela instituição, participando de atividades de formação ou atuando na recepção do público ao evento. Os primeiros registros de um trabalho educativo aparecem nos documentos da 8ª Bienal, de 1965. Um curso sob a orientação de Wolfgang Pfeiffer preparou cerca de 55 monitores. Já na 9ª Bienal, de 1967, além de um curso voltado aos monitores, há registros de agendamentos com diversas escolas e instituições. Aos poucos, o setor educativo da Bienal de São Paulo se estrutura e passa a contar também com formações para professores, desenvolvimento de material educativo, ações em comunidades, visitas orientadas e ateliês direcionados a públicos variados, entre adultos, jovens e crianças.


Projeto Educativo da 29ª Bienal de São Paulo

A 29ª Bienal de São Paulo elaborou um extenso Projeto Educativo, que oferece atividades e materiais de formação variados para públicos diferentes. Tendo como foco a experiência com a arte, as ações não constituem um guia para a compreensão dos trabalhos, mas uma coleção de convites para quem quiser se aproximar dos conceitos e poéticas que integram a mostra. A ideia é encorajar o público a acreditar em suas próprias percepções sobre os trabalhos expostos, lançando mão de seus repertórios e experiências, e, ao mesmo tempo, oferecer informações que ampliem seu universo de compreensão da arte. Sob a curadoria de Stela Barbieri, o programa tem início muito antes da exposição, com a organização de ações de formação voltadas a educadores de escolas públicas e particulares, ONGs, comunidades e associações culturais. Além deles, uma equipe de 320 educadores está sendo especialmente preparada para receber o público ao longo da mostra por meio de uma formação organizada em parceria com 22 instituições culturais de São Paulo – dentre elas Pinacoteca, MASP, MAC, CCSP e Itaú Cultural – de modo a propiciar um contato com diferentes experiências em mediação cultural. Cursos para crianças, jovens e adultos, encontros com críticos, curadores e artistas e um seminário internacional sobre educação, arte e política complementam as atividades.

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Para maiores informações sobre a 29ª Bienal de São Paulo e o trabalho da Ação Educativa entre no site
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